A verdadeira criatividade está no nosso mundo interior, não nas coisas em si, mas no que elas representam para nós!

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Quinta-feira, 26 de Abril de 2007

7 coisas...

7 coisas que faço bem:

 (dentro da humildade)

 

1.      Dormir

2.      Desporto

3.      Dançar

4.      Conduzir

5.      Cozinhar

6.      Romantismo

7.      Ouvir musica

 
7 coisas que não sei fazer:

 

1.      Limpezas da casa

2.      Passar a ferro

3.      Lavar roupa

4.      Respeito por mim

5.      Estudar bem

6.      Matemática

7.  Deixar d e aprender      

7 coisas que me atraem no sexo oposto:
(resposta mais facil)

 

1. Olhos

2. Corpo

3. Sorriso

4. Sinceridade

5. Espírito de aventura

6. Disposição para estar comigo

7. Carinhosa (quentinha)

 

 

7 coisas que digo frequentemente:

 

1. Deixa-te andar

2. Não faças nada

3. Aloo

4. Mas o que é isto?

5. Tass bem

6. Tipo

7. A sério?


7 famosos que admiro

1.      Shakira

2.      Patch Adams (não me lembro do nome)

3.      Eddy “Murfy” (vocês entendem)

4.      Boss Ac

5.      Diana chaves (porque será)

6.      Jim Carey

7.      Mourinho


7 filmes favoritos:

 

1. American Pie

2. O Diário da Nossa Paixão

3. Saw

4. Patch Adams

5. O Ulltimo Destino

6. Harry Potter

7. Senhor dos Aneis

publicado por CMS às 00:25
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Quarta-feira, 25 de Abril de 2007

...

Tenho a necessidade de escrever mas as palavras não me saem da alma. Sinto um esforço inútil que é apasiguado pela presença abstrata de sentimentos confusos que não me deixam a ideia clara do que devo ou não dizer.

 

Lágrima Doce*

sinto-me: À toa
publicado por CMS às 23:59
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Segunda-feira, 16 de Abril de 2007

... (devia esquecer e nem pensar)

Tenho tanta coisa cá dentro.

Tristeza de ver que bastou uma semana para ficares com outro alguém.

Tristeza de perceber que aquilo que demos um ao outro foi como um passatempo.

Como se não tivessemos mais nada para fazer se não estar um com o outro.

Senti-me como uma transição, do teu mundo monotono, acomodado, para uma vida mais descontraida e despreocupada.

Senti-me usado. Como se me tivesses utilizado para esquecer alguém e como se eu te encaminhasse a estar livre, ausente de "prisões" amorosas.

A verdade é que isso mexe comigo.

Não sei o porquê... Nem tão pouco o motivo que me leva a pensar em ti depois de tudo o que modifiquei no esterótipo que criaste em mim.

Cheguei à conclusão...

Nada tinhas para me dar.

Tudo o que chegaste a tentar dar de ti, foi tempo perdido.

Vontade de estar comigo era nula, alegria escondida, carinho egoista. Não sei porque continuo a pensar nisto.

Gostava de perceber.

É verdade que me levaste às nuvens no primeiro mês, mas depois o que podemos retirar, é nada. Mudaste a tua forma de ser, o teu encanto perdeu-se, morreu esse ser que me fez apaixonar por ti. Talvez o facto de me teres mostrado que tenho a capacidade de amar alguém novamente tenha mexido comigo. Mas não entendo a razão que me leva a pensar nisto várias vezes ao dia, se já nem vontade tenho de estar perto de ti. De sentir-te perto de mim. De querer algo. Não percebo porque teimo em pensar nisto.

Marcaste-me... é talvez a razão mais obvia, mas o que desejo de ti neste momento...

É esquecer algo que já não tem valor! E que tu fizeste questão de tornar banal...

 

Lágrima  Doce*

sinto-me: esquesito
música: Justin - What Goes Around...Comes Around
publicado por CMS às 23:32
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2007

Naturalidade? Zero!

Saudades de um amor inocente que um dia vivi.
 
Agora… não encontro a paz que me levará a acreditar em qualquer pessoa que tenha intenções de me amar.
Estou perdido.
Sinto o meu coração como um puzzle de muitas peças que aos poucos se vão perdendo, e que num certo momento, quando mais precisarei dele para amar alguém, as peças ou se perderam ou já não se encaixam umas nas outras.
 
Tudo era mais fácil quando não tinha de pensar se devia ou não sentir algo, se estava a ir depressa demais, se devia me entregar mais. Raciocinar os sentimentos foi algo que se apoderou de mim como uma defesa. Amar alguém não chega. É preciso que a outra pessoa esteja preparada para nos amar também, que esteja livre de pensamentos, de sentimentos, de algo que se possa intrometer. É preciso haver disponibilidade, e sobretudo… maturidade.
 
Agora entendo porque os adultos dizem para as crianças, isto é complicado para entenderes. Talvez elas não criem monstros em pensamentos amorosos, talvez sejam mais puros, inocentes, livres, talvez se deixem levar por aquilo que sentem, e não têm necessidade de fugir, esperar, renunciar… talvez sejam espontâneas, verdadeiras… talvez sejam tudo aquilo que eu precisava de ser para encontrar novamente a estabilidade, a homeostasia, da felicidade, do amor…
Talvez por isso eu não me sinta mais criança, talvez por ter aprendido que raciocinar os sentimentos é uma fase transitória para o mundo adulto. E como eu raciocino tudo o que sinto.
Lágrima Doce*
P.S - Naturalidade? Zero!
sinto-me: com um coração zarolho
música: Dialectos da Ternura - Da Weasel
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publicado por CMS às 21:44
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Sábado, 7 de Abril de 2007

De Uma Vez... Mataste-me!

Diz-me, o que vês quando olhas para mim?

Tenho cara de um simples boneco maleável pelas tuas mãos, ou de alguém que te tenha tratado tão mal assim para me olhares tão indiferente...

Queria...

Queria, não! Preciso! Preciso deitar tudo para fora, tudo o que me passa pela cabeça, tudo o que os meus olhos reteram em apenas três dias, sobre ti.

Ainda não tive oportunidade de o fazer mas sinto uma necessidade extrema de o  fazer. De desabafar com alguém.

Desiludiste todo aquele mundo que eu criei, que tu ajudaste a criar na minha cabeça, sobre ti!

Desmoronaste toda aquela fantasia que era pensar em ter-te, em lutar por ti. Mostraste-te tão reles, tão.... (não me deixem dizer)!

O que mais magoa...

É o simples facto de te ter dado TUDO de mim. TUDO.

E agora ver o que isso significa para ti.

Morremos e fizeste novamente questão em me mostrar o quanto o amor magoa, o quanto o amor mata por dentro, o quanto nos faz desacreditar nas pessoas!

Lágrima Doce*

P.S - Não sei se infelizmente se não, mas mataste-me como eu te pedi...

sinto-me: Morto
música: Se Quiser - Tania Mara
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Terça-feira, 3 de Abril de 2007

Mata-me de uma Vez

Aquilo que sinto por ti é como uma paixão intensa da qual eu tenho medo de me entregar novamente!

Tenho medo de me sujeitar a tudo o que tenho passado estes ultimos 5 meses.

Estamos bem! Uma semana fantastica onde sinto o mundo aos nossos pés...

Passamos a estar mal, mais uma semana onde o teu passado insiste em estragar os momentos, onde tu deixas essa tua personalidade que me fez apaixonar por ti num sitio qualquer e revestes uma outra, só para destruir mais um pouco as minhas confianças.

Sem maldade te digo que deves ser bipolar, ou ter uma personalidade multipla...

Fazes me pensar no pesadelo que foi ter de estudar Fernando Pessoa no Secundário, e penso que se me tivesse empenhado mais nesse momento talvez agora conseguisse perceber melhor todas essas personagens que existem dentro de ti e que ao te levantares escolhes (como se fosse roupa) abrindo o armário.

Tenho medo de seguir isto que sinto por ti, não só pelo facto de às vezes seres diferente na maneira de estar comigo, mas também pelo facto de saber à partida que nunca me amarás, ou sentirás algo tão forte como aquilo que um dia eu penso ser capaz de sentir. Não que não sejas capaz, mas porque construiste um muro a tua volta, que insistes em não deixar-me destruir, nem chegar perto. É o teu mundo... fechado e asfixiante!

Por isso te peço... Imploro!

Deixa o amor tomar conta de nós..

Ou vai te embora e não insistas em ferir mais este coração que tem tentado dar-te alguma felicidade... 

E não sintas por mim só umas simples saudades que te faz pensar que te faço alguma falta...

 

Ama-me ou Vai-te Embora (e leva esse sorriso que me deixa de rastos).

 

Lágrima Doce*

 

P.S - Mata-me de uma vez... não me deixes morrer aos poucos!

sinto-me: À espera de ti!
música: Mário Vasquez - Gallery
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Domingo, 1 de Abril de 2007

Preciso de Personagens Novas...

É esquesito este sentimento que atravessa a minha pele por difusão e que através de sucessivas osmoses se mistura com o sangue que me corre nas veias, deixando-me como um bloco inteiro, apagado de vida.

Vazio inunda o meu ser, desilusão de mim, do outro e de todo o envolvimento.

Não sei que deva sentir ou fazer, perante uma situação onde a própria saída está escondida.

Pensar numa pessoa que se revela fria, ausente de mim, mas por quem estou sentido.

Pensar numa revolta, num caminho cheio de incertezas, perante situações novas que apareçam, sem rota nem bússola.

Ou simplesmente...

Deixar-me levar por alguém simples, que apenas se revela apaixonada por mim, mas onde a paixão está apagada.

Não sei que seguir neste turbilhão confuso.

Dar e não receber, não é algo que me cative.

Medo de incertezas futuras, assombra-me...

E simplesmente, deixar-me levar por algo que se revela dificil de manter, é um risco!

Sinto uma necessidade enorme de colocar personagens novas nesta página da minha vida.

Descobrir alguém que me preencha e que me faça sentir especial. Que dê algum valor às coisas simples do amor.

Sinto uma vontade estravagante de dar o melhor de mim. Mesmo que isso signifique pouco...

 

Lágrima Doce*

sinto-me: Confuso
música: A Lua Que Te Dei - Ivete Sangalo
publicado por CMS às 23:26
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Invisível...

Olhos pesados...

Sorriso apagado...

Sentimentos revoltados...

Coração despedaçado...

Sinto-me... ou talvez, nem me consiga sentir!

Solidão...

Incompreensão...

Desvalorização...

Meio cheio... ou talvez, meio vazio!

Desiludido...

Concluído...

Mortal... ou talvez, fatal!

Invisível...

sinto-me: Despedaçado Vazio
música: Away From The Sun
publicado por CMS às 23:01
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